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Palestrantes Vânia Carla Barbosa Santos / Pâmela Festa Cardoso / Gabriela Hollanda Cavalvanti
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Vânia Carla Barbosa Santos
• Cursando o 4º ano de psicologia - período matutino-2007 no Centro Universitário Nove de Julho.
• Ano de Conclusão junho de 2009.

Pâmela Festa Cardoso
• Cursando 7º Semestre do 4º ano de Psicologia – Período: Matutino – 2007 no Centro Universitário Nove de Julho, SP.
• Data de Conclusão: Junho/2009.

Gabriela Hollanda Cavalvanti
• Cursando o 4º ano de psicologia - período matutino-2007 no Centro Universitário Nove de Julho, Ano de Conclusão junho de 2009.
• Graduada em Hotelaria pela UNIESP - União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo, em 2002

Palestra O Desenvolvimento Infantil na Perspectiva Kleiniana: Caso Clínico de uma Psicose
 

Resenha: Esta experiência de estágio nos proporcionou o estudo do desenvolvimento infantil à luz da teoria de Melanie Klein e um conhecimento teórico que nos aproxima da atuação profissional em Clínica. Realizamos o estudo introdutório da obra de Melanie Klein e, em seguida, um levantamento bibliográfico em bancos de dados eletrônicos de casos clínicos de psicose infantil. Elegemos um caso para estudo e, partindo do conhecimento obtido nas aulas teóricas, iniciamos a etapa seguinte que consistiu em contextualizar, a partir do enfoque psicanalítico, os aspectos fundamentais discutidos em um caso de psicose infantil. Como resultado da análise clínica realizada, percebemos que a relação materna consiste em dos fatores determinantes para a permanência da criança na posição esquizo-paranóide. Portanto, pudemos notar um despreparo das mães no exercício da maternagem, o que indica a necessidade da atuação do psicólogo realizando o trabalho de sensibilização para a maternidade. Oferecendo as mães condições de exercerem a função materna.
Autoras:
• Pâmela Festa Cardoso
• Gabriela Hollanda Cavalcanti
• Vânia Carla Barbosa Santos
Supervisora e Professora Orientadora:
• Ana Karina Fachini Araújo
Psicóloga, docente do Centro Universitário Nove de Julho (UNINOVE)
Mestre em Psicologia Social
Linha de pesquisa em história e filosofia da ciência

 

Palestrantes Dárcio Giglio / Mônica Prisco / Loris Temer
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Dárcio Giglio
• Experiência de 30 anos em psicoterapia
• Psicanalista
• Terapeuta de Regressão
• Hipnólogo


Mônica Prisco
• Profissional com mais de 20 anos de experiência em Treinamento e Desenvolvimento de equipes da área comercial.
• Consultora de Marketing e Desenvolvimento de novos produtos em diversos segmentos do mercado.
• Gerente de Novos Negócios.
• Aspirante em Psicanálise pelo NPP.


Loris Temer
• Profissional com mais de 25 anos de experiência em gestão de Recursos Humanos e no desenvolvimento, planejamento e implantação de Políticas, práticas e projetos de Recursos Humanos; Planejamento e Aconselhamento de Carreira para Executivos e no Estudo e desenvolvimento do Comportamento Humano.
• Formada em Administração de Empresas com cursos de especialização de Recursos Humanos na FGV, FAAP e USP.
• Pós-graduada em Gestão de Recursos Humanos na FAAP e Especialista em Qualidade Total e Gestão Estratégica de Qualidade pela FGV.
• Docente em cursos de MBA e Pós Graduação em Gestão Empresarial e em cursos de Graduação em Administração de Empresas, Ciências Contábeis, Marketing e Direito Internacional (Disciplinas: Gestão de Pessoas, Liderança e Comportamento, Negociação e Mediação, Psicologia Organizacional e Gestão Empresarial) em diversas Instituições de ensino.
• Consultora de Gestão Organizacional e Comportamental. Sócia Diretora da RH – Gestão Consultores Associados.
Aspirante em Psicanálise pelo NPP.

Palestra A Vida é um truque para driblar a morte
 

Resenha: Pulsão de morte, pulsão de vida. O prazer e o desprazer... Qual a necessidade da pulsão de morte para a existência da pulsão de vida, ou será que é a pulsão de vida que nos leva a pulsão de morte? Está ai um dos grandes mistérios no estudo do inconsciente. Precisamos da morte para driblar a vida ou será que a vida é um truque para driblar a morte. A morte existe se não houver a vida? E a vida existe se não houver a morte? Quem é a mais forte? Quem é quem?
Essa peça, escrita por Monica Prisco, tem o objetivo de nos levar a uma reflexão mais profunda sobre as pulsões, nossos representantes psíquicos e as manifestações do nosso inconsciente. Procura demonstrar através das manifestações do inconsciente a importância desses mecanismos em nossas vidas. Esta peça é fruto de um trabalho de pesquisa sobre o ICs desenvolvido pelos atores, aspirantes a psicanalistas e psicanalista, que transformou-se em um seminário. Todo o acervo de conhecimentos adquiridos pelo grupo, durante a fase de pesquisas para elaboração do estudo sobre o Ics, propiciaram a autora da peça desenvolver discurso dos conceitos defendidos e encontrados nas obras de Freud de forma que os mesmos fossem transcritos para um vocabulário contemporâneo, alegre e divertido. Desta forma a peça se propõe traduzir de maneira leve o conflito existencial do homem.
Resenha escrita por: Loris Temer
Autora: Mônica Prisco
Supervisora e Professora Orientadora: Anna H. Burg

 

Palestrantes Dra. Carla de Mello Froner
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• Doutora Honoris Causa em Psicologia pela Weston Reserve University - Canadá
• Doutoranda em Psicologia Social na Universidade John Kennedy – Buenos Aires – Argentina
• Psicanalista, Pedagoga, Grafóloga Pública formada pelo Instituto Superior Binet – Argentina
• Coordenadora do Instituto de Formação em Psicanálise Humanista– Santa Maria/RS
• Membro efetivo da SBPH (Sociedade Brasileira de Psicanálise Humanista)
• Membro do Parlamento Mundial para Paz entre as Nações
• Membro efetivo da SOBRAG (Sociedade Brasileira de Grafologia )
• Membro da Sociedade Panamericana de Grafologia
• Terapeuta familiar em formação pela Fundação Familia y Pareja - Buenos Aires/Argentina

Palestra A subjetividade nos contos de fadas
 

 

 

Palestrantes Dr. Shlomo Zekhry
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• Assistente Social formado em Jerusalém (Israel) com título revalidado na PUC de SP
• Sociólogo pela Escola de Sociologia e Politica de S P
• Advogado pela atual Universidade de São Francisco (USF)
Mestre em Ciências Sociais pela Instituição Complementar da USP (E.P.G.C.S.)
• Doutor em Psicologia pela Universidade de Taubate (UNITAU)
• Psicanalista didata
• Professor Universitario Titular nos cursos de graduaçao e pós graduação lato senso e strictu senso nas áreas de psicologia, sociologia, psicopedagogia, Dinâmica de grupo e Metodologia da pesqisa cientifica.
• Fundador e ex-presidente do SINPESP
• Fundador e ex-presidente da Sociedade de Psicanálise Hólistica
• Fundador e presidente da Sociedade de Psicanálise Transcendental
• Ex-membro correspondente da Sociedade Médica de Psicoterapia de Viena Austria
• Ex-membro do Conselho científico nos Congressos de Logoterapia em São Diego (EUA) e Reginsburg (Alemanha)
• Membro da UBE (União Brasileira de Escritores)
• Membro da Academia Paulistana Maçônica de Letras
• Membro da Academia Maçônica Internacinal de Letras
• Vários trabalhos publicados em Revistas e Livros

Palestra Transcendência da Ética na Psicanálise
 

a) Breve abordagem das principais correntes filosóficas sobre MORAL E ÉTICA
b) Ética individual, social e profissional
c) Ética na Psicanálise
d) Ética Transcendental
Perguntas, debate e depoimentos, com material de apoio

Resenha: Gostariamos de despertar e analisar reflexóes a respeito da ética e do comportamento ético na Psicanálise, como parte das responsabilidades e compromissos com a vida na sua plenitude com a socidade em que vive. Analisaremos a relação do homem com a naturesa, com os seus semelhantes, e também a influência da inteligência, da razão, da liberdade e dos aspectos afetivo emocionais e existênciais.
Como todas as ações humanas estão ligadas a uma ética, a sua prática é um fator vital na Saúde, no Progresso e no Desenvolvimento da sociedade como um todo.
Com as atribulações sociais e individuais e um relacionamento baseado em interesses é dificil viabilizar, no dia-a-dia, a verdadeira dimensão da ética que pode libertar o homem das amarras de suas repressões e recalques incoscientes, sem prejudicar os outros.
Com o advento da Psicanálise, a teoria Freudiana demonstrou que uma Moral severa, rígida e moralizante, quando usada de modo repressivo, provoca recalques das pulsões, levando à Neurose e à condutas aberrantes e contraditorias. Acabam refletindo no proprio comportamento do ser humano, na sua família, no seu trabalho e no seu relacionamento em todas as áreas de sua atuação. Ao rebelar-se contra essa pseudo-ética, especialmente a religiosa, o ser humano sofre toda espécie de puniçóes e represálias que podem incluir até a excomungação e o seu isolamento.
Essa ética moralista, criada pela pressão social e pela religião fundamentada no dever e na razão, provoca tensões internas e externas, medo, insegurança, constrangimentos e sentimentos de culpa que acabam interferindo na estrutura e desenvolvimento da personalidade, produzindo pessoas rígidas, inflexíveis, intolerantes, dominadoras, perseguidoras e neuróticas. Por isso, a Psicanálise com ética transcendental torna-se muito importante e pertinente, como uma prática terapêutica que visa libertar o ser humano de suas amarras, de seus pensamentos obscuros e de suas crênças arcaicas com valores ultrapassados.
Assim o ser humano torna se livre de ser, de escolher, de decidir e de participar ativamente do seu desenvolvimento, progresso e evolução em todos os aspectos de sua vida, dependendo apenas de seu desempenho, dedicação e da prática da verdadeira ÉTICA, PORQUE PRATICAR O BEM FAZ BEM. 

 

Palestrantes Dr. Durval Mazzei Nogueira Filho
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• Mestre em Psiquiatria pelo HSPE
• Membro do Depto. Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae
• Membro da seção São Paulo da Escola Brasileira de Psicanálise;
• Autor de livros e artigos

Palestra Psicanálise e Subjetividade Contemporânea
 

Resenha: A partir da possibilidade das novidades científicas influenciarem a relação dos sujeitos com a dor de existir, com o temor à morte e com a verdade do ser, que posição o discurso analítico pode tomar. 

 

Palestrantes Dr. David Zimmerman
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• Médico Psiquiatra
• Ex-Presidente da Sociedade de Psiquiatria do RGS
• Psicanalista (membro efetivo e analista didata da SPPA)
Grupoterapeuta
• Professor Convidado em algumas instituições de ensino
• Autor de nove livros que versam sobre Psicanálise e sobre Grupoterapias

Palestra Os paradoxos da Psicanálise
 

Atenção: devido ao fato do Dr. Zimmerman estar adoentado e não poder comparecer pessoalmente, esta palestra será apresentada em vídeo.

Resenha: Os dicionários conceituam o termo paradoxo como sendo “um conceito que é ou parece contrário ao senso comum”. Desta forma, a psicanálise contemporânea se confronta com um fenômeno interessante e relevante, ou seja, o fato de que determinados fenômenos psíquicos, com as respectivas formulações teóricas e implicações técnicas praticadas, consensualmente, compreendidas e praticadas por todos analistas do mundo, estão, paradoxalmente, entrando em choque com uma inovadora forma de entender e praticar a psicanálise clínica.
Unicamente a título de exemplificação, vou mencionar alguns destes fenômenos psíquicos que, até pouco tempo, eram considerados nefastos para o processo de uma análise e, que, na atualidade, paradoxalmente, são vistos com bons olhos.
O primeiro exemplo que me ocorre é o conhecido fato de que, inicialmente, Freud considerou o surgimento da contratransferência como um sentimento prejudicial na capacidade de o analista conduzir satisfatoriamente um análise com os seus pacientes, tanto que ele chegou a postular sua crença que este analista, envolvido por sentimentos de uma contratransferência, deveria voltar a se analisar, para iluminar os seus “pontos cegos” que se manifestavam pelo surgimento dos aludidos sentimentos contratransferenciais. O paradoxo consiste justamente porque, na atualidade, uma boa utilização que o analista consiga fazer de sua contratransferência, costuma se constituir como um importante instrumento técnico para que o analista possa desenvolver uma “empatia” por aquilo que o paciente, dominado por um “terror sem nome”, não consegue verbalizar o seu sofrimento, e somente o faz através de uma linguagem que se expressa através de provocar efeitos contratransferenciais em seu analista, à espera que este saiba decodificar que o desconforto temporário que ele está sentindo, muito provavelmente corresponde a um desconforto que o seu paciente está sentindo desde que nasceu e não consegue expressar com palavras.
Como segundo exemplo, cabe enfatizar que o fenômeno da Resistência, em suas diversas modalidades, que todo o paciente episodicamente manifesta, sempre era considerado como sendo um sério obstáculo para uma exitosa evolução da análise. A análise contemporânea, reconhece que certas resistências são realmente obstrutivas, tão radicais e esclerosadas elas são, porém, paradoxalmente, na sua imensa maioria, as resistências do paciente podem se constituir como uma excelente bússola para a compreensão de como ele se defende dos seus conflitos inconscientes. Particularmente, costumo sintetizar a importância deste paradoxo, com a paródia de “dize-me como resistes e dir-te-ei quem és!”.
Para não me alongar demasiado, vou me limitar a um terceiro exemplo. É o conhecido, e muito freqüente, fenômeno das Atuações (Actings) dos pacientes, sempre considerado como sendo daninho e os analistas interpretavam unicamente pela perspectiva negativa, especialmente pelos seus riscos. Particularmente, eu não tenho a menor dúvida que o surgimento de uma determinada atuação, substitui aquilo que o paciente não conseguiu perceber, ou querer conhecer, ou pensar e, sobretudo, não conseguiu verbalizar, de modo que a atuação pode estar se constituindo numa importante forma de comunicação não verbal, a ponto de que, freqüentemente, eu a comparo com a linguagem onírica dos sonhos.

 

Palestrantes Dr. Salézio Plácido Pereira
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• Doutor pela Universidade das Ciencias do Homem de Paris
• Doutorando em Psicologia Social pela Universidade John Kennedy da Argentina
• Presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise Humanista
• Membro e Deputado do parlamento Mundial para a paz entre as Nações
• Terapeuta familiar em formação pela Fundação Familia y Pareja - Buenos Aires/Argentina

Palestra O paradigma da complexidade aplicado a Psicanálise Humanista
 

 

Palestrantes Olivan Liger de Oliveira
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• Psicanalista com quatorze anos de prática clínica
• Master practitioner em programação neurolingüística
• Formação em hipnoterapia ericksoniana
• Presidente da COPEFIP - Comissão Permanente de Ética e Fiscalização Profissional do SINPESP - Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo.
• Coordenador e implantador de cursos de formação em Psicanálise. Atualmente ministra, com uma equipe de outros profissionais, cursos de formação em Psicanálise e formação básica em Hipnoterapia Ericksoniana.
• Docente do NPP (Núcleo de Pesquisas Psicanalíticas) nas áreas de Psicanálise e Neurociências, onde também desenvolve outras atividades afins.
• Desenvolveu trabalhos de consultoria em empresas como a Reckitt Benckiser entre outras e também ministra workshops na área de comunicação corporativa e desenvolvimento profissional
• Graduando em Serviço Social

Palestra O transtorno da Personalidade Anti Social na Contemporaneidade
 

 

Palestrantes Profª Luciana Saddi
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• Psicanalista membro associado da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo
• Mestre em Psicologia Clínica pela PUC/SP
• Autora do livro “O amor leva a um liquidificador”
• Colunista da “Revista Folha” do Jornal Folha de São Paulo.

Palestra Os Problemas Alimentares Pensados a partir da Mentalidade de Dieta e do Regime do Ato
 

Resenha: Os problemas alimentares pensado a partir da mentalidade de dieta e do regime do ato puro.
O aumento dos problemas alimentares nos dias de hoje exige de nós uma maior compreenção sobre o mundo em que vivemos e sobre a alimentação. Estudaremos a mentalidade da dieta, termo usado por Orbach e o regime do ato puro, conceito criado por Herrmann, para adentrarmos no campo da alimentação e apreender algumas de suas regras constitutivas. Também estudaremos a psicodinâmica e a psicodinâmica alimentar. A lógica emocional que permeia os distúrbios alimentares nos levará a questionar a técnica psicanalítica usual. Propomos uma alteração na técnica psicanalítica em função de nossas descobertas, afirmando que o método psicanalítico, que opera por ruptura de campo é soberano no processo analítico e que as técnicas, como os procedimentos, são instrumentos no processo analítico e que as técnicas como os procedimentos, são instrumentos para melhor realizar o método.

 

Palestrantes Marc André da Rocha Keppe
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• Psicólogo, com especialização em psicanálise transpessoal
• Mestramdo em Psicologia Clínica na PUC de São Paulo
• Vice-presidente do Sindicato dos Psicanalistas do Estado de São Paulo (SINPESP)
• Vários trabalhos internacionais atendendo pacientes em Nova York, Lisboa e São Paulo e apresentando o resultado de seu trabalho nos congressos: IV Encontro Anual de Psicologia Humanística (1980 – Genebra, Suíça); II Congresso Mundial de Logoterapia (1982 – Hartford, EUA); I, II, III, IV, V, VI e VII Congresso Internacional de Trilogia Analítica (realizados respectivamente em: 1983 – Buçaco, Portugal; 1984 – Nova York, EUA; 1985 – Montecito, EUA; 1985 – São Paulo, Brasil; 1986 – Stony Point, EUA; 1986 – Rio de Janeiro, Brasil; 1987 – Estocolmo, Suécia); I Congresso Brasileiro de Psicanálise Humanista (2003 – Santa Maria (RS), Brasil) e III Congresso Brasileiro de Espiritualidade e Prática Clínica (2005 – São Paulo, Brasil).
• Sua experiência internacional lhe permitiu obter uma visão bem abrangente a respeito das pessoas e das questões relacionadas à mente humana e à espiritualidade
• Autor dos livros: A Origem da Terra (1986), publicado em inglês com o título The Origin of Earth (1984); Vida e Obra de Norberto Keppe (1989) e O Sobrenatural Através dos Tempos (1992). É também co-autor dos livros: Psicoterapias Alienantes (1980); From Freud to Viktor Frankl: Integral Psychoanalysis (1980); Liberation of the People (1986) e A Libertação dos Povos (1987). Além destas publicações, ele também escreveu vários artigos na Revista de Psicanálise Integral, da qual foi Diretor-Responsável de 1979 até 1987 e no jornal TRILOGIA, do qual foi Diretor-Científico.
• Realiza um amplo trabalho de divulgação na mídia e apresenta o seu trabalho para o público da rádio há quinze anos. Atualmente apresenta na Rádio Mundial (95,7 FM)
• Várias participações em programas de televisão para a divulgação de seus livros, como o programa do Jô Soares, do Amaury Jr. e do Clodovil.
• Além destes programas de entrevista, participou regularmente dos programas de televisão: Manhã Paulista (apresentado por Cláudia Matarazzo), Mulheres (apresentado por Claudette e Dione), Integral Psychoanalysis (apresentado em Nova York na Manhattan Cable TV por vários psicanalistas), Psicanálise Integral (apresentado por vários psicanalistas) e Momentos da Nova Era (apresentado por Beth Fratti).

Palestra Neuro-Psicanálise: Paradigma ou Paradoxo?
 

Resenha: Conheci a Neuro-Psicanálise e seu principal representante, Mark Solms, num congresso realizado no Rio de Janeiro. Logo me entusismei com esta nova abordagem e defendo a idéia dela se constituir num novo paradigma da Psicanálise, com todos os paradoxos que um novo paradigma pressupõe. Quero apresentar esta nova abordagem e suas possibilidades para o trabalho clínico ou de pesquisa do psicanalista .

 

Palestrantes Profª Drª Maria Alves de Toledo Bruns
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• Sexóloga
• Pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCL - USP - Campus de Ribeirão Preto – SP
• Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Depto. de Psicologia da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da USP - Campus de Ribeirão Preto/SP
• Autora de livros
• Coordenadora do grupo de pesquisa sexualidade vida

Palestra Amor líquido!? A busca de afeto no sexo!? Desafios e perspectivas do terapeuta
 

Resenha: Homens e mulheres protagonistas das inúmeras mudanças que vem ocorrendo no mundo moderno aplaudem as novidades dos meios de comunicação, às tecnologias aplicada à medicina, bem como a quebra de tabus e de preconceitos. Entretanto, em relação aos aspectos emocionais, afetivos e sexuais homens e mulheres das mais variadas classes sociais e orientação sexual confessam que se sentem insatisfeitos e vazios e não raro depressivos. O sucesso de vendas dos antidepressivos, a adesão às técnicas de meditação entre outras modalidades terapêuticas, bem como as queixas expressas nos momentos de terapias indicam que somente “as maravilhas do mundo moderno” não vem possibilitando a homens e mulheres um bem estar emocional, afetivo e sexual satisfatório. Pesquisas realizadas e desabafos de amigos são possíveis identificar que homens e mulheres se sentem enfastiados pelas relações liquida, os tais relacionamentos de bolso. Ao mesmo tempo, clamam por uma relação diferente, um encontro autêntico. Algumas dessas pessoas confessaram: “Estou querendo namorar”; outros disseram: “Estou sentindo falta de afeto no sexo”; outros, ainda, declararam: “Estou sentindo falta de uma paixão”. Diante desses relatos e dos resultados de pesquisas me proponho a apresentar uma reflexão crítica acerca das razões que homens e mulheres heterossexuais e homossexuais protagonistas das conquistas de autonomia de sexo sem afeto e de liberdade de escolhas de parcerias descartáveis não estão se sentindo realizados em suas práticas sexuais. Estariam buscando afeto no sexo, por quê?
Palavras chave: amor líquido, afeto no sexo; relações descartáveis. 

 
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